
A política em Serra Talhada continua pegando fogo e a pergunta que não quer calar é: até onde a Câmara de Vereadores vai permanecer ajoelhada diante da prefeita Márcia Conrado? Porque, convenhamos, a coisa já está beirando o vexame.
A cada movimento independente de um vereador da base, lá vem a mão pesada do Executivo cobrando fidelidade cega. Quem ousa pensar diferente paga o preço.
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O exemplo mais recente é o do vereador Jaime Inácio, que viu até o neto ser demitido da Secretaria de Administração depois de sinalizar apoio a quem não estava na cartilha da prefeita. Coincidência? Pouca gente acredita nisso.
Nos bastidores, o clima é de “quem será o próximo?”. Especula-se que o vereador Nailson Gomes estaria ensaiando uma adesão a Charles de Tiringa — nada confirmado, mas já com cheiro de rebelião no ar.
Já Rosimério de Cuca não quis saber de cochicho: em plena Vila Bela FM, disparou que está com Charles para federal. Detalhe: Rosimério é do PT, o partido da prefeita. Parece piada, mas é a realidade.
E assim segue a novela: vereadores que deveriam fiscalizar e representar o povo estão numa verdadeira cilada, enredados entre a submissão e o medo de perder cargos e favores.
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No final das contas, fica a sensação de que a Câmara mais parece um puxadinho do Palácio do Governo Municipal do que uma instituição independente.





