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Após racha com Kennedy Brazil, Márcia reage "vamos tomar um café?" em Serra Talhada

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Após racha com Kennedy Brazil, Márcia reage "vamos tomar um café?" em Serra Talhada

Guilherme Azevedo
Guilherme Azevedo
Publicado em 11/06/2026, 14:35
Atualizado em 11/06/2026, 14:35
KENNEDY E MARCIA

O cenário político e cultural de Serra Talhada ganha novos contornos nesta quinta-feira (11). O cantor e compositor Kennedy Brazzil, nome amplamente conhecido na região e responsável direto pela criação dos jingles que embalaram as duas campanhas vitoriosas da prefeita Márcia Conrado, foi deixado de fora da programação oficial do São João 2026 pela prefeitura.

Diante do que classificou como “falta de respeito”, o artista anunciou sua desvinculação total do grupo governista.

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Segundo Kennedy, a decisão de pular do barco foi o estopim de um longo período sendo ignorado pela gestão municipal. Ontem, ao ver a divulgação oficial da grade de atrações para a sede e os distritos, ele confirmou que seu nome foi sumariamente cortado, sem qualquer aviso ou justificativa.

Silêncio e desprezo por parte da gestão

Em conversa com Júnior Campos, Kennedy Brazzil revelou os bastidores do descontentamento e criticou a postura da prefeita e de sua equipe, que sequer deram retorno às suas tentativas de diálogo.

Ignorado desde março

O artista relatou que, desde o mês de março, tentava contato direto com a prefeita Márcia Conrado para tratar de sua participação nos festejos juninos, mas nunca obteve resposta. Kennedy lamentou que o acesso à gestão virou uma “briga” constante.

O “café” após o estrago:

Só depois que a bomba estourou e a grade foi lançada sem o seu nome é que a prefeita Márcia Conrado respondeu ao artista, convidando-o para “tomar um café”. Kennedy foi categórico na recusa: “Café eu tomo em casa”.

Desvinculação política: “Ninguém solta a mão é mentira”

Sempre conhecido por ser um defensor fiel do grupo, adesivar o próprio carro e vestir a camisa nas campanhas, inclusive permanecendo ao lado da prefeita após o rompimento dela com o ex-prefeito Luciano Duque, Kennedy desabafou sobre a falta de reciprocidade política.

“A gente se indispõe com outras pessoas na campanha para defender o jingle deles. Eu acreditava naquele negócio de que ‘ninguém solta a mão de ninguém’, mas essa não é a realidade. Quando cai na nossa vez, a gente sente na pele. Daqui para frente, se eu tiver que fazer música, não vai ser para ela; pode ser para outra pessoa ou para ninguém”, pontuou o compositor.

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