Merendeiras de Escolas do Pajeú com salários atrasados no governo Raquel Lyra

O atraso no pagamento dos salários das merendeiras que atuam em escolas da rede estadual de ensino em Pernambuco tem gerado revolta e insegurança entre as profissionais terceirizadas contratadas pela empresa Unika Terceirização e Serviços LTDA. A situação afeta trabalhadoras de diversas cidades do estado, que seguem sem receber seus vencimentos e benefícios, apesar de continuarem prestando serviços essenciais às unidades escolares.
Segundo denúncias das próprias merendeiras da regional da GRE Pajeú, o problema não se limita apenas ao atraso dos salários, mas também atinge benefícios como vale-transporte e vale-alimentação, deixando muitas em dificuldades para manter o sustento de suas famílias.
As trabalhadoras relatam, ainda, falta de respostas claras por parte da empresa e grande apreensão diante da falta de previsão para a regularização dos pagamentos.
Enquanto o impasse persiste, as merendeiras continuam na expectativa de receber seus salários e ter seus direitos respeitados, evidenciando uma crise que impacta diretamente a vida de servidores terceirizados essenciais para o funcionamento das escolas públicas no estado.
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