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Onda de furtos na Feira Livre revolta comerciantes e deixa trabalhadores no prejuízo em Serra Talhada

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FALTA DE SEGURANÇA!

Onda de furtos na Feira Livre revolta comerciantes e deixa trabalhadores no prejuízo em Serra Talhada

Guilherme Azevedo
Guilherme Azevedo
Publicado em 02/08/2026, 18:57
Atualizado em 02/08/2026, 18:57
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Imagem: Reprodução Redes Sociais

Os feirantes do Pátio da Feira Livre de Serra Talhada vivem dias de medo e insegurança. Comerciantes denunciam uma sequência de furtos e arrombamentos registrados nos últimos dias, situação que tem provocado prejuízos financeiros e colocado em risco o sustento de dezenas de famílias que dependem do comércio no local.

Os relatos foram enviados a redação do Repórter Ligeirinho neste final de semana.

Uma das vítimas é a feirante Solange, que teve o malote arrombado pela terceira vez. Em um vídeo gravado após encontrar o espaço violado, ela relatou que criminosos levaram praticamente toda a mercadoria.

“Roubaram minhas roupas, jeans, camisas, shorts, calças… Tudo. É um prejuízo muito grande. Estou doente, operada, ia voltar a trabalhar na segunda-feira e agora não sei como vou recomeçar”, desabafou a comerciante, emocionada.

Segundo os trabalhadores, os crimes costumam acontecer durante a madrugada ou em horários de pouca movimentação.

Ao chegarem para trabalhar, muitos encontram cadeados cortados, estruturas arrombadas e mercadorias furtadas.

Os feirantes afirmam que a situação não é nova e que, mesmo reforçando cadeados e improvisando formas de proteção, continuam sendo alvo dos criminosos.

O sentimento entre eles é de abandono e preocupação com a falta de medidas eficazes para conter os furtos.

Diante da sequência de ocorrências, comerciantes cobram uma resposta urgente do poder público.

Entre as principais reivindicações estão o reforço da segurança com maior presença da Guarda Municipal e da Polícia Militar, melhoria da iluminação do pátio da feira e a instalação de um sistema de videomonitoramento para inibir a ação dos criminosos.

Enquanto aguardam providências, os trabalhadores seguem enfrentando o medo de novos arrombamentos e acumulando prejuízos que comprometem a renda de suas famílias.

Para muitos, a feira representa a única fonte de sustento, tornando cada furto um golpe ainda mais duro para quem vive do comércio popular.

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VIA PNEUS

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