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Presidente do SINTEST abre o tom: “Político não é profissão”, ao cobrar concurso público

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Presidente do SINTEST abre o tom: “Político não é profissão”, ao cobrar concurso público

Guilherme Azevedo
Guilherme Azevedo
Publicado em 06/07/2026, 23:22
Atualizado em 06/07/2026, 23:22
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Do Farol de Notícias - A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada, Veraluza Nogueira, abriu uma bandeira de luta para cobrar do governo Márcia Conrado a realização do concurso público. Fato, aliás, ainda não realizado pela gestão petista. A sindicalista vê o caso como preocupante e condena o crescimento do números de cargos comissionados no governo do PT.

“Cadê o concurso? Secretário Renan Pereira, o concurso. Secretária Joana Alves, dizer que ainda está analisando. Analisando o quê? O que vocês estão analisando? O concurso é um direito. As secretarias, as prefeituras, as creches estão lotadas de gente, uma batendo na outra sem ter o que fazer. Isso é uma cabide de emprego. É imoral. É imoral essa situação. É imoral”, disse Veraluza, durante entrevista ao Farol.

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Ainda durante a entrevista, a presidente do Sintest fez questão de afirmar que político tem um prazo de vencimento definido, e precisam ter zelo ao cargo.

“E lembrem-se, vocês, governantes, prefeitos, vereadores, lembrem que o povo não é otário, não. As pessoas são inteligentes, tá certo? Eu já vi, muitas vezes, ex-prefeito, ex-vereador. Eu nunca vi um ex-trabalhador, nem um ex-professor, viu? Porque o professor e o trabalhador têm profissão. O político não tem profissão, não. É uma opção. É uma opção deles, dentro de pouco tempo, enriquecer, ficar brilhando, nadando no dinheiro e mangando das coitadas daquelas pessoas que ganham menos de um salário mínimo, que é o que acontece em Serra Talhada, tá certo?”, pontuou.

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