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Sem salário fixo, mediadores denunciam precarização na educação de Serra Talhada

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Sem salário fixo, mediadores denunciam precarização na educação de Serra Talhada

Guilherme Azevedo
Guilherme Azevedo
Publicado em 01/08/2026, 14:16
Atualizado em 01/08/2026, 14:16
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Mediadores da rede municipal de ensino de Serra Talhada denunciaram, de forma anônima, as condições de trabalho enfrentadas pela categoria e cobraram da Prefeitura medidas para garantir direitos trabalhistas, remuneração digna e melhores condições de atuação nas escolas.

Em relato enviado ao Repórter Ligeirinho, um dos profissionais afirma que a categoria trabalha sem salário fixo e recebe apenas por diária. Segundo a denúncia, o pagamento é de R$ 70 para quem atua em dois turnos e R$ 35 para quem trabalha apenas um turno.

Ainda conforme o relato, os profissionais alegam que não possuem garantias trabalhistas e deixam de receber quando precisam se afastar por motivo de saúde. A denúncia também afirma que, mesmo apresentando atestado médico, o profissional precisa encontrar alguém para substituí-lo e arcar com o pagamento do substituto.

Outro ponto levantado é a responsabilidade atribuída aos mediadores em relação aos alunos acompanhados. Segundo a denúncia, esses profissionais afirmam que, muitas vezes, toda a responsabilidade pelo estudante recai sobre eles, sem o suporte necessário da equipe escolar.

Além das questões salariais, o grupo também relata falta de reconhecimento e afirma sofrer desvalorização dentro das unidades de ensino.

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