
Os moradores do entorno da Praça Lampião no centro de Serra Talhada entraram em contato com a redação do Repórter Policial Ligeirinho pedindo socorro em relação às algazarras, desrespeito, prática de atos obscenos e perturbação de sossego.
Segundo eles, já faz muito tempo que a Praça virou um ponto de drogas e prostituição pelos frequentadores do ambiente sem iluminação e árvores grandes.
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No relato enviado ao Repórter Policial Ligeirinho eles contam a situação vivenciada. Muitos não quiseram se identificar devido a arrogância e perseguição dos donos de bares.
“Pedimos encarecidamente que o Ministério Público tome as providências, idosos não pode mais ficar sentado em suas calçadas. A gente que mora em casa própria não tem se quer mais sossego na vida. Eles mijam nas nossas portas dos moradores, é prostituição, é droga. É um desrespeito com agente. Homem nu e mulheres nua cometendo relações sexuais no meio do nada”, desabafou um deles pedindo reservas.
“Ministério Público por favor, agente fala de som alto, de tudo isso que está acontecendo e eles ainda são desaforados vão na casa das pessoas perguntar quem estão denunciando, pelo amor de Deus, tenham misericórdia dos idosos dos pais de família que tem que trabalhar no outro dia”, acrescentou.
14°BPM VAI INTENSIFICAR POLICIAIS NA LOCALIDADE
Diante das reclamações, entrei em contato com o 14° Batalhão de Polícia Militar para saber quais serão as medidas que serão tomadas no quesito de garantir a sensação de segurança dos populares.
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No entanto foi informado que ocorreu uma reunião na unidade com um representante da prefeitura para tratar o assunto, e ficou acordado com o efetivo policial será reforçado na área, com abordagens e patrulhamento ostensivo.
Ainda foi solicitado a presença da Guarda Municipal na praça com mais frequência, pois trata de um patrimônio público. A praça também necessita de uma poldagem das árvores, iluminação e instalação de câmeras de vídeomonitoramento.
A união dos órgãos será necessária, a Polícia Militar não será suficiente pra amenizar o dilema. O município precisa agir.





