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BEBIDAS ADULTERADAS

Pernambuco notifica suspeita de caso de intoxicação por metanol em Olinda

Foto: Imagem Ilustrativa/Freepik

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) notificou, nesta quinta-feira (2), um novo caso suspeito de intoxicação por metanol associado ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas em Pernambuco. Segundo a SES-PE, o novo caso trata-se de uma mulher residente do município de Olinda que, segundo relato da paciente, ingeriu uma vodka no dia 26 de agosto.

Ainda segundo a secretaria, a paciente buscou atendimento em uma unidade de saúde no Recife no dia 29 de agosto após relato de náuseas, episódios de vômito, evoluindo para cefaléia e visão turva. A SES-PE ainda afirmou que essa nova paciente está com sequelas oculares e segue internada no Recife.

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Esse novo caso notificado na Região Metropolitana do Recife (RMR) passa a fazer parte da investigação epidemiológica e sanitária conduzida pela SES-PE e se soma aos outros três anteriormente notificados nas cidades de Lajedo e João Alfredo, no Agreste de Pernambuco.

Como medida de monitoramento contínuo, a SES-PE informou que reuniu representantes técnicos das áreas de Vigilância em Saúde, Atenção à Saúde, Regulação de Leitos e Vigilância Sanitária para traçar “de maneira minuciosa” o trabalho de acompanhamento das notificações.

Além disso, a reunião serviu para alinhar a elaboração de medidas de controle e de atuação da rede de saúde no manejo clínico dos pacientes com este perfil.

Nesta quarta-feira (1º), a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) já havia emitido nota técnica com orientações aos serviços da rede de saúde pública e privada, vigilâncias sanitárias municipais e população sobre os riscos da intoxicação por metanol associado ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas.

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“Equipes do Cievs estão atentas e em contato direto com as unidades de saúde para a notificação de qualquer novo episódio relativo a este tipo de intoxicação, a fim de iniciar todo o processo de investigação epidemiológica e, acionamento dos demais agentes de saúde como Apevisa, Central de Regulação de Leitos e Vigilância Epidemiológica”, finaliza a nota da SES-PE.

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