
Até quando a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, vai permanecer de braços cruzados diante da onda de crueldade que vem assolando o Estado? Até quando nossas crianças vão continuar sendo vítimas de uma violência brutal, sem que haja uma resposta firme, à altura da gravidade dos fatos?
O Estado vive dias de dor e indignação. Crianças estão perdendo a vida, tendo seus sonhos interrompidos de forma covarde e desumana. Casos que chocam, revoltam e deixam um rastro de medo e descrença na população.
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Em Tabira, o pequeno Arthur foi vítima de uma atrocidade que marcou o Sertão. Um dos acusados, conhecido como Frajola, chegou a ser linchado pela população, e uma mulher envolvida precisou ser levada sob forte escolta policial para não ter o mesmo destino.
Meses depois, em Carnaíba, no distrito de Ibitiranga, o caso da pequena Yasmin trouxe novamente à tona a dor e o desespero de uma família e de uma comunidade inteira. A criança, que apenas brincava perto de casa, desapareceu e acabou sendo encontrada sem vida. Três menores de idade foram apontados como envolvidos. Um segue detido; outros dois foram liberados.
E agora, São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, vive o mesmo pesadelo. Uma criança de apenas 4 anos foi encontrada morta, com marcas de agressão na cabeça, sinais de abuso e um preservativo próximo ao corpo. Uma cena que revolta, entristece e indigna qualquer ser humano.
A população está cansada. A cada novo caso, o sentimento é o mesmo: impunidade, abandono e revolta. Em São Lourenço, moradores foram até a delegacia, depredaram viaturas e protestaram contra a falta de justiça. E quem pode culpá-los? O povo reage porque a justiça tarda, e o Estado se cala.
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Enquanto isso, a pergunta ecoa por todo Pernambuco:
Onde está a governadora Raquel Lyra?
Cadê o plano de ação? Cadê as medidas firmes para proteger nossas crianças?
A Polícia Militar tem feito o que pode — intensificando rondas, atuando com bravura — mas falta comando, falta gestão, falta presença do Governo do Estado. O povo não aguenta mais viver sob o medo e ver as manchetes manchadas pelo sangue de inocentes.
É hora de o Governo de Pernambuco assumir sua responsabilidade. É hora de parar de discursos e agir com força, com política pública, com estrutura, com justiça.
Porque a dor das famílias não pode ser apenas mais uma estatística — é o grito sufocado de um povo que pede socorro.








